Pais Apostólicos

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Produzidas numa época muito próxima da era apostólica, os textos constituem um testemunho extremamente valioso sobre o pensamento e a vida da igreja e do cristianismo quando este ainda dava seus primeiros passos na sociedade greco-romana. Primeiro conjunto de literatura cristã posterior ao Novo Testamento, cobre um período que vai do final do século 1 até meados do século 2.
 
Agostinho (354-430)
 
O bispo Agostinho de Hipona é uma das figuras exponenciais da História da Igreja e da tradição cultural do ocidente. Um dos teólogos e filósofos mais destacados do cristianismo, ele influenciou poderosamente não só o pensamento católico, mas também a Reforma Protestante. Confissões é considerada uma das suas obras principais. Ela foi a primeira obra a explorar amplamente os estados interiores da mente humana e o relacionamento mútuo entre graça e livre-arbítrio.
 
Tomás de Kempis (1380-1471)
 

Texto produzido no final da Idade Média, Imitação de Cristo reflete particularmente o ambiente monástico da época e traz instruções do monge Tomás de Kempis a respeito da vida espiritual e devocional à luz das novas ênfases e preocupações da Devotio Moderna (movimento que ocorreu entre os séculos 14 e 16, o qual priorizava a vida interior em contraste aos rituais e obras exteriores). Uma das principais expressões desse movimento, o livro tem sido alvo de estudo e apreciação, tanto por leigos quanto por acadêmicos. Nele, o autor propõe a imitação de Cristo como padrão de conduta, fé, moral, ética, relacionamentos e negócios com o mundo. Uma extensa e valiosa coleção de conselhos em forma de sentenças práticas e facilmente memorizáveis.

John Bunyan  (1628-1688)
 

O peregrino é uma narrativa cheia de emoção e suspense. Nele, Bunyan relata a viagem de Cristão, um peregrino espiritualmente abatido que viaja rumo à Cidade Celestial. No decorrer da aventura, ele se encontra com personagens de carne e osso, mas que possuem nomes alegóricos, tais como EvangelistaAdulaçãoMalíciaApoliom Vigilância. Passa por lugares sombrios e medonhos, como o Desfiladeiro do Desespero, o Pântano da Desconfiança, a Feira das Vaidades e o Rio da Morte. Surge em cada encruzilhada um novo desafio que ameaça sua chegada ao destino final. O enredo mescla-se à interpretação simbólica, e o resultado é uma incrível experiência literária e espiritual.

O peregrino é a maior obra de ficção na história do cristianismo. Para milhões de leitores, a história de Cristão serve como supremo modelo de perseverança.

 

Numa época em que a Europa dava os primeiros passos para tornar-se uma sociedade pós-cristã, Chesterton, cansado do cinismo reinante e do fascínio despertado por novas ideias, resgata o núcleo da fé cristã como arcabouço suficiente para dar sentido à existência humana. Ao contar sua jornada espiritual, ele faz saber à intelligentsiaeuropeia da primeira metade do século XX que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo estavam longe de responder às questões existenciais mais profundas. Um clássico escrito pela pena arguta, sutil e envolvente de Chesterton que merece (e deve) ser revisitado.

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